Música

Ópera – Terceira parte: Giuseppe Verdi

Ópera Terceira parte: Giuseppe Verdi               Em nossa coluna anterior, falamos de ópera e de dois de seus maiores compositores, Mozart e Beethoven, e ao final, declaramos nossa disposição de expor um pouco da obra de outro expoente musical, a saber, Giuseppe Verdi. Verdi nasceu em 1813, em Roncole, no norte da Itália, e morreu em 1901, em Milão; é um compositor romântico cuja extensa obra compreende não somente óperas mas também música instrumental, música vocal, música sacra, hinos, e entre suas maiores composições destacamos em ordem cronológica as óperas “Nabuco” (1852), “O trovador” (1853), “A traviata” (1853), “ Um baile de máscara” (1859), “Rigoleto” (1861), “A força do destino” (1862), “Dom Carlos” (1867), “Aída” (1871), a “Missa de réquiem” (1874), as óperas “Otelo”, (1887) e “Falstaff” (1893). Toda sua produção une o poder melódico à profundidade psicológica e histórica, a maioria de suas óperas… Continue a ler »Ópera – Terceira parte: Giuseppe Verdi

Ópera – Segunda parte: Mozart e Beethoven

Ópera Segunda parte: Mozart e Beethoven A ópera é uma obra musical e teatral para uma orquestra e cantores, calcada sobre um enredo que se chama libreto, o qual coloca em cena personagens e suas histórias, onde os diferentes papeis são cantados; assim sendo, a ópera é uma das formas de arte lírica do teatro musical ocidental. A obra, cantada por intérpretes possuindo um registro vocal determinado em função de seu papel e acompanhados por uma orquestra, tem como roteiro aquele livreto musicado em forma de árias, de recitativos, de coros, de intervalos, e ainda eventualmente embelezado pela dança. Tradicionalmente, considera-se que a ópera ocidental nasceu em Florença, Itália, no século XVII, e tem-se como a primeira “Orfeu”, criado em 1607 por Claudio Monteverdi. Em vários países europeus esse tipo de espetáculo desenvolve-se, desde então, destacando-se, certamente, Itália e Alemanha, sobretudo pelos expoentes musicais que lá exercem seus talentos e… Continue a ler »Ópera – Segunda parte: Mozart e Beethoven

Música e Ópera – Da música instrumental ao drama operístico – Primeira parte: Johann Sebastian Bach

Música e Ópera Da música instrumental ao drama operístico Primeira parte: Johann Sebastian Bach Nenhuma outra forma de arte nos faz ascendermos a um grau de satisfação espiritual e mesmo de apaziguamento harmonioso como a música. Talvez seja por isso que, na Grécia antiga, a música era considerada o conjunto de todas as artes; música significava a reunião dos trabalhos das musas; a palavra vem do grego mousikê, de mousê, «musa». As musas eram, por definição, as nove deusas que forneciam inspiração aos poetas, e entre elas, destacamos Euterpe, a “doadora de prazeres”, a entidade dotada de características divinas cuja função era estimular o aparecimento da beleza através da música. Mais de vinte séculos depois, nasce praticamente no coração da Alemanha, especificamente em Eisenach, mais um jovem na família de músicos, os Bach; esse é Johann Sebastian Bach, organista, cravista e compositor, que viveu de 1685 a 1750, quando morreu… Continue a ler »Música e Ópera – Da música instrumental ao drama operístico – Primeira parte: Johann Sebastian Bach