julho 2025

EUGÈNE IONESCO

EUGÈNE IONESCO   Eugène Ionesco nasceu na Romênia, em 1909, um país localizado no leste e sudeste da Europa, e morreu em Paris, em 1994; o autor é considerado como um dos maiores dramaturgos do chamado ‘teatro do absurdo’. Para lá de ridicularizar as situações mais banais, as peças de Ionesco retratam a solidão do ser humano e sua inesperada descoberta. Passou grande parte de sua vida entre a França e a Romênia, e representante máximo do teatro do absurdo na França, escreveu inúmeras obras, das quais as mais conhecidas são ‘A Soprano Careca’ (1950), ‘A Lição’ (1951), ‘As Cadeiras’ (1952), ‘Rinocerontes’ (1959) e ‘O Rei Está Morrendo’ (1962). Buscamos um pouco sobre a infância de Ionesco: ele lembra que, quando tinha três anos, queria ser vendedor de castanhas, aos três anos e meio, queria ser oficial do exército e, aos quatro anos, médico; “Mas, na verdade, só podia e queria fazer literatura, nenhum gênero especial… só… Continue a ler »EUGÈNE IONESCO

Paulo Henriques Britto – Academia Brasileira de Letras

Paulo Henriques Britto – Academia Brasileira de Letras   Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de dezembro de 1951, ele é um poeta, professor e tradutor brasileiro. Nasceu numa família da pequena burguesia carioca, o pai era militar e quando tinha dez anos de idade, viveu com os familiares em Washington, Estados Unidos, durante mais de dois anos. Lá, frequentou a faculdade de cinema em Los Angeles e San Francisco, e foi nessa altura que começou a escrever poesias. Britto possui graduação em Licenciatura de Língua Inglesa e Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1978, e mestrado de Letras em 1982, pela mesma instituição, sendo que essa lhe conferiu o título de Notório Saber, em 2002. Estreou como poeta profissional em 1982, com “Liturgia da matéria”, depois com “Mínima Lírica”, em 1989, mais adiante, “Trovar Claro”, em 1997, com o qual recebeu o Prêmio Alphonsus de Guimarães, da Fundação… Continue a ler »Paulo Henriques Britto – Academia Brasileira de Letras