QUARO POEMAS – QUATRO AUTORES  

QUARO POEMAS – QUATRO AUTORES   Os poemas nos atarem e criam composições do mais variado género, como por exemplo Mario Quintana, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade. Primeiramente, vamos nos encantar com a sabedoria de Quintana : “O Tempo”. A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas: há tempo… Quando se vê, já é 6ª-feira… Quando se vê, passaram 60 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado… E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade, eu nem olhava o relógio seguia sempre em frente… E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.   Mario Quintana (1906 – 1994) é um importante poeta brasileiro, nascido do Rio Grande do Sul, que conquistou o amor do público nacional com as suas composições curtas e cheias de sabedoria. Este… Continue a ler »QUARO POEMAS – QUATRO AUTORES  

POEMAS DE OLAVO BILAC

POEMAS DE OLAVO BILAC   Olavo Bilac nasceu em 1865, no Rio de Janeiro, e faleceu em 1918, também no Rio de Janeiro; o autor foi um poeta, jornalista, cronista e contista brasileiro. Ele recebeu a alcunhado de “príncipe dos poetas brasileiros”, e é considerado o principal autor do parnasianismo no país (onde produziu uma poesia perfeita, baseando-se num ideal de “arte pela arte”). Sua obra poética ficou conhecida não só pelo rigor formal parnasiano, mas também pela divulgação de seus valores cívicos, nacionalistas e republicanos. A maior parte de seus poemas foi reunida no livro Poesias, publicado em 1888 e ampliado em 1902. Escreveu ainda poemas voltados para o público infantil, reunidos no livro Poesias infantis de 1904, e em sua última obra, o livro de sonetos Tarde, publicado em 1919. Além de sua carreira poética, Olavo Bilac foi também uma importante figura pública durante a Primeira República Brasileira, tendo… Continue a ler »POEMAS DE OLAVO BILAC

MARIO QUINTANA

MARIO QUINTANA   Mario Quintana nasceu no Alegrete em 1906, em um município localizado na Região Sudoeste do estado do Rio Grande do Sul, e ele morreu em 1906 na capital, Porto Alegre. Quintana é poeta, tradutor e jornalista brasileiro, considerado um dos principais expoentes da segunda geração do modernismo brasileiro. O autor é conhecido como “o poeta das coisas simples”, e sua obra poética é marcada pela linguagem simples e pela abordagem de temas cotidianos e contemplativos. Suas primeiras letras foram feitas na sua cidade natal, e em 1919 mudou-se para Porto Alegre;  estudou no Colégio Militar e lá publicou suas iniciais produções literárias. Também trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o “poeta das coisas simples”, com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Em… Continue a ler »MARIO QUINTANA

POEMAS DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE 1902 – 1987

POEMAS DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE 1902 – 1987   Carlos Drummond de Andrade foi um poeta, contista e cronista brasileiro; criou-se no interior de Minas Gerais e muda-se a partir dos anos quarenta em Rio de Janeiro. O autor é considerado como o mais importante poeta do século XX e tido como o topo da segunda geração do modernismo brasileiro. Os temas de sua obra são vastos e empreendem desde questões existenciais, como o sentido da vida e da morte, passando por questões cotidianas, familiares, como o dialogando, e sempre com correntes tradicionais e contemporâneas de sua época. As características formais e estilísticas de sua obra também são vastas, destacando-se, por vezes, o dialeto mineiro.    Suas obras de literatura abrangem poesia e crônica por mais de trinta produções, e por próximas de dez antologias poéticas, também dez textos infantis, e vinte artigos de prosa.       Através de sua poesia, Drummond foi… Continue a ler »POEMAS DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE 1902 – 1987

JOSÉ LEZAMA LIMA Cuba, 1910-1976

JOSÉ LEZAMA LIMA Cuba, 1910-1976   José Lezama Lima nasceu em Havana, em dezembro de 1910 e faleceu também em sua pátria, Havana, em agosto de 1976; ele é um romancista, ensaísta e poeta, sendo considerado como uma das figuras mais influentes da literatura latino-americana. Seu primeiro livro publicado é “Morte do Narciso”, editado quando tinha vinte e sete anos e tornando-o instantaneamente famoso e os seus temas clássicos. Para além de seus poemas e romances, Lezama Lima escreveu diversos ensaios sobre figuras da literatura mundial como Mallarmé, Paul Valéry, Góngora e Rimbaud, bem como sobre a estética barroca Latino-Americana. Também teve muitos ensaios na expressão americana, descrevendo a sua visão do barroco europeu, a sua relação com os clássicos e com o barroco Americano. Apesar de José Lezama Lima ter se tornado célebre no mundo da poesia, foi com seu romance semiautobiográfico “Paradiso” que o autor melhor expressou seu universo e suas experiências de linguagem; escrito entre as décadas de 1940 e 1960, o texto barroco conta… Continue a ler »JOSÉ LEZAMA LIMA Cuba, 1910-1976

Ángel Campos Pámpano – Recanto do Poeta

Ángel Campos Pámpano Recanto do Poeta Ángel Campos Pámpano nasceu em maio de 1957, em San Vicente de Alcántara, na Espanha, à oeste no limite entre Espanha e Portugal. O autor ele foi poeta, professor e tradutor, ficou conhecido por ser defensor da cultura e da literatura de Portugal. Sua criação poética mais importante é “A Cidade Branca”, em 1988, uma obra pioneira de poesia contemplativa, impressionista e de forte impacto de seu conhecimento e descoberta da cultura portuguesa. Ángel for professor do ensino secundário nos institutos da Estremadura, no limite de Espanha,  e no Instituto Espanhol Giner de los Ríos, em Lisboa; ele foi responsável pela aproximação das relações culturais e poéticas entre as instituições e os indivíduos da região fronteiriça da Estremadura e de Portugal.  Traduziu para o espanhol as obras de importantes autores da literatura portuguesa do século XX, entre eles, Fernando Pessoa, Carlos de Oliveira, António Ramos… Continue a ler »Ángel Campos Pámpano – Recanto do Poeta

Tamara Kamenszain

Tamara Kamenszain   Nossa autora chama-se Tamara Kamenszain, ela nasceu em 1947, em fevereiro de Buenos Aires, e morreu em seu país, em julho de 2021. Tamata foi uma poetisa e ensaísta; ela estudou e formo-se em filosofia na Universidade de Buenos Aires, e desde jovem trabalhou no jornalismo antes de se dedicar ao ensino da literatura. Seus ensaios sobre poesia argentina e latino-americana são estudados em universidades na Argentina e no exterior; seus livros de poesia foram traduzidos, integral ou parcialmente, para diversos idiomas, e ela é considerada uma das vozes que influenciaram novas gerações de poetas. Igualmente, ela foi a fundadora e orientadora geral do programa de Bacharelado em Escrita Criativa da Universidade Nacional das Artes. Entre 1978 e 1985, devido à situação na Argentona, a autora e familiares foram exilados no México, o que provocaou grande influência em sua escrita. Recebeu, entre outros títulos importantes, o Prêmio… Continue a ler »Tamara Kamenszain

Poemas de “Altitudes e Extensões (1980 – 1984)”, de Robert Penn Warren

Poemas de “Altitudes e Extensões (1980 – 1984)”, de Robert Penn Warren  Robert Penn Warren nasceu nos Estados Unidos no ano de 1905 e morreu em 1989, também em seu país.  O autor foi um poeta, romancista e crítico literário americano, bem como um dos fundadores da chamada Nova Crítica. Foi também membro fundador da Fraternidade dos Escritores do Sul. Warren é a única pessoa que ganhou um Prêmio Pulitzer nos gêneros de ficção e poesia; em 1947, ganhou o Prêmio Pulitzer de Ficção por seu romance ‘Todos os Homens do Rei’ (1946) e, posteriormente, ganhou dois prêmios Pulitzer de Poesia, primeiro em 1957 e depois em 1979. Ele também ganhou, entre outros, o Prêmio Nacional do Livro de Poesia em 1958 e foi Poeta Laureado dos Estados Unidos em 1944-45 e em 1986-87. O autor nasceu na cidade de Guthrie, Kentucky, formou-se na Universidade de Clarksville, no Tennessee, na Universidade… Continue a ler »Poemas de “Altitudes e Extensões (1980 – 1984)”, de Robert Penn Warren

MIGUEL DE UNAMUNO

MIGUEL DE UNAMUNO   Miguel de Unamuno – 1864-1936 – é um dos maiores nomes da cultura espanhola. Ensaísta, romancista, poeta, dramaturgo e filósofo, produziu uma vasta e influente obra mundialmente conhecida, na qual se destaca o ensaio ‘O Sentimento Trágico da Vida’. Ao lado de nomes como o escritor Pio Baroja (1872-1956) e o poeta Antonio Machado (1875-1939), fez parte da chamada Geração de 98, que assentou as bases para o renascimento cultural da Espanha. O autor nasceu em Bilbao, no norte do país, ele foi o terceiro filho da família, aos dez anos concluiu os estudos iniciais no colégio de San Nicolas, e depois estudou Filosofia e Letras na Universidad de Madrid, e em 1884 concluiu o doutorado com uma tese sobre a língua basca: ‘Crítica do problema sobre a origem e pré-história da raça basca’. Em 1885, Unamuno começa a trabalhar em um colégio como professor de… Continue a ler »MIGUEL DE UNAMUNO

LUIS DE CERNUDA – “Com amor, a única luz do mundo.”

LUIS DE CERNUDA “Com amor, a única luz do mundo.”   Luis de Cernuda naceu em Sevilha, em 1902, e morreu na Cicade do Máxico, em 1963; ele foi um poeta e um crítico literário. Além disso, foi o filho caçula de um pai de origem muito rígida, sob educação militar. Em 1919, começou a estudar Direito na Universidade de Sevilha, e lá se introduziu no mundo literário. Mudou-se para Madrid e ali entrou em contato com os ambientes das artes, com os quais logo veio a ser identificado com os chamados da “Geração de 27“. Efetivamente, foi em 1927, que publicou sua primeira obra, “Perfil Aéreo” (“Perfil Del Aire”). Durante a Guerra Civil, o autor participou ativamente das trincheiras culturais e da fundação da revista “Hora da Espanha” e “Congresso de Interculturais”, ambos em Valência, situada na costa oriental da Península Ibérica. Durante um ano, Cernuda trabalhou como leitor de espanhol na Universidade… Continue a ler »LUIS DE CERNUDA – “Com amor, a única luz do mundo.”