junho 2023

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo – Murilo Mendes, 1901-1975

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo Murilo Mendes, 1901-1975   Murilo Mendes foi dotado de uma inteligência múltipla; ele nasceu em Juiz de Fora e morreu Lisboa, foi um poeta, prosador e crítico de artes plásticas, inicialmente foi um católico fervoroso, o que não o impediu de se tornar um expoente do surrealismo da literatura brasileira e um crítico acirrado da sociedade de seu país. Enquanto jovem, ele tentou várias ocupações para seu provimento cotidiano, tais como farmacêutico, funcionário de banco e escrevente de cartório. Nunca adaptou-se a nenhum desses empregos, porém, começou cedo a produzir textos e poemas que destacaram-se a seguir; contam-se suas obras poéticas em mais de vinte e cinco antologias, e ainda há três seleções póstumas e várias publicações inéditas. Pelos seus trinta anos, o poeta voltou sua atenção ao Rio de Janeiro e lá conviveu por um certo período, confraternizou com… Continue a ler »Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo – Murilo Mendes, 1901-1975

A poesia nos conforta – Alphonsus de Guimaraens, 1870 – 1921

A poesia nos conforta Alphonsus de Guimaraens, 1870 – 1921   Alphonsus de Guimaraens – ou Afonso Henrique da Costa Guimarães – é um escritor e sobretudo um poeta brasileiro; ele viveu de 1870 até 1921; nasceu em Ouro Preto, Mina Gerais, e morreu na cidade de Mariana, no mesmo estado. Ele é filho de uma família de nacionalidade portuguesa; em 1887, inscreve-se na faculdade como estudante de Engenharia, mas em 1890 ele vai para São Paulo e lá completa a Faculdade de Direito do Largo São Francisco; a partir de então passa também a exercer a função de jornalista, colabora com o vespertino diário A Gazeta, e publica “Kyriale” em 1902, sob o pseudônimo de Alphonsus de Guimaraens, sendo essa obra bem reconhecida pelos críticos literários. O poeta tem a oportunidade de passar uma temporada em França, lá ele frequenta os intelectuais franceses e de lá ele traz para… Continue a ler »A poesia nos conforta – Alphonsus de Guimaraens, 1870 – 1921