agosto 2024

Nossa poeta mais velha – Ida Vitale

Nossa poeta mais velha   Ida Vitale   Nossa poeta de hoje tem mais de cem anos de idade. Esta é Ida Vitale, poeta, ensaísta, professora, crítica literária e tradutora, ela nasceu em Montevidéu, Uruguai, em novembro de 1923. De 1973 a 1985, emigrou no México e depois viveu nos Estados Unidos, em Austin, e voltando à sua terra natal apenas em 2016; atualmente, vive no Uruguai. A autora é a última representante viva da famosa “geração uruguaia de 45”, o fenómeno social, político e cultural que teve una influência determinante na identidade intelectual contemporânea de seu país de origem. Ida é considerada uma das maiores poetas da América Latina, tendo recebido todos os prêmios literários mais importantes de língua espanhola: o Prêmio Internacional Octavio Paz de Poesia e Ensaio (2009) – que lhe abriu as portas do mundo editorial e literário mexicano, depois, recebeu o Prêmio Internacional Alfonso Reyes… Continue a ler »Nossa poeta mais velha – Ida Vitale

Cecília Meireles – Poemas – “entre o planeta e o sem-fim, / a asa de uma borboleta”  

Cecília Meireles – Poemas “entre o planeta e o sem-fim, / a asa de uma borboleta”   Confesso que estava com saudade da poesia de Cecília e que por isso decidi buscar alguns de seus poemas mais significativos para mim (todos o são, mas alguns deles são essenciais para que se respire melhor). Sabemos que Cecília Meireles nasceu em 1901, no Rio de Janeiro, e que morreu também no Rio de Janeiro, em 1964. No decorrer de sai vida, a autora se tornaria uma das vozes líricas mais importantes da literatura brasileira e que, além de poeta, também foi ensaísta, jornalista, tradutora, folclorista, professora e até pintora: Cecília Benevides de Carvalho Meireles, um verdadeiro orgulho nacional! Cecília ficou órfã de pai mesmo antes de nascer e perdeu a mãe antes dos três anos de idade; foi criada pela avó materna, Jacintha Garcia Benevides, natural da Ilha dos Açores, de quem… Continue a ler »Cecília Meireles – Poemas – “entre o planeta e o sem-fim, / a asa de uma borboleta”