junho 2020

Doze contos peregrinos, 1992 – Gabriel García Márquez, 1927 – 2014

Doze contos peregrinos, 1992  Gabriel García Márquez, 1927 – 2014 Os contos a que nos referimos, acima, são ditos peregrinos por uma causa, a saber, seu autor, o escritor colombiano Gabriel García Márquez, estabeleceu cada um dos relatos em uma cidade diferente na Europa, ora Genebra, ou Roma, também Barcelona ou ainda Paris, entre outras. Gabriel García Márquez tem uma vasta obra, escreveu dezenas de livros, entre os quais, os mais notórios são “Cem anos de Solidão”, de 1967, “Crônica de uma morte anunciada”, publicado em 1981, “O amor em tempos de cólera”, 1985, mas também dedicou seu talento à produção de contos, novelas, e diversos artigos jornalísticos, sendo que em todos seus escritos destaca-se sua filiação ao chamado realismo mágico, ainda contando com notas históricas, humorísticas, satíricas ou dramáticas. Compreende-se esse assim chamado realismo mágico como a forma de arte, seja literária ou uma pintura ou ainda um filme,… Continue a ler »Doze contos peregrinos, 1992 – Gabriel García Márquez, 1927 – 2014

Cogito ergo sum – René Descartes, 1596 – 1650

Cogito, ergo sum  René Descartes, 1596-1650 Facilmente reconhecível, essa elocução que consta do título acima é associada a seu autor, o filósofo René Descartes. Vamos discorrer um pouco sobre ele, afinal, ele é a pessoa que, pela primeira vez, admite sua condição de ser humano porque podia reconhecer-se como tal; ele pensou e emitiu sua reflexão de forma peremptória, não deixou dúvida sobre a importância da racionalidade como a grande nota que marca nossa individualidade seja biológica, ou ainda na esfera da vida em sociedade. René Descartes nasceu em 1596, na região central de França, em uma cidade que, atualmente, ostenta seu nome em sua homenagem; morreu em 1650, em Estocolmo, onde foi conselheiro da rainha Cristina desde o ano anterior. Descartes editou inúmeras obras, e escreveu sobre os mais variados assuntos, entre eles, epistemologia, metafísica, física, óptica, matemática, moral, biologia, e princípios do que viria a ser, quase três… Continue a ler »Cogito ergo sum – René Descartes, 1596 – 1650