outubro 2019

Teatro – Primeira parte: Shakespeare, o Bardo inglês

Teatro – Primeira parte: Shakespeare, o Bardo inglês Segundo o grande escritor francês Victor Hugo (1802-1885), “o teatro é um ponto de vista da óptica, tudo deve e pode refletir-se ali”. Que bela definição, ao mesmo tempo concreta, já que “théatron” (em grego) ou “theatrum” (em latim) vem de olhar, colocar-se a uma certa distância para que se possa bem observar, e aí temos a mesma origem de ‘theoria’, aquilo que olhamos de longe, e também junta-se ali a possibilidade de tudo criar, de fazer acontecer qualquer coisa que nossa imaginação nos permita. Pois bem, em nossa fantasia, estamos no séc. XVI, nele permanecemos até o início do próximo, e nele encontramos a obra de um grande conhecedor da chamada “alma humana”, aquele que expôs implacavelmente sua trama de paixões, de intrigas, seus desejos obscuros e seus amores nem sempre realizados; falamos de William Shakespeare. O autor nasceu na região central… Continue a ler »Teatro – Primeira parte: Shakespeare, o Bardo inglês

Ópera – Terceira parte: Giuseppe Verdi

Ópera Terceira parte: Giuseppe Verdi               Em nossa coluna anterior, falamos de ópera e de dois de seus maiores compositores, Mozart e Beethoven, e ao final, declaramos nossa disposição de expor um pouco da obra de outro expoente musical, a saber, Giuseppe Verdi. Verdi nasceu em 1813, em Roncole, no norte da Itália, e morreu em 1901, em Milão; é um compositor romântico cuja extensa obra compreende não somente óperas mas também música instrumental, música vocal, música sacra, hinos, e entre suas maiores composições destacamos em ordem cronológica as óperas “Nabuco” (1852), “O trovador” (1853), “A traviata” (1853), “ Um baile de máscara” (1859), “Rigoleto” (1861), “A força do destino” (1862), “Dom Carlos” (1867), “Aída” (1871), a “Missa de réquiem” (1874), as óperas “Otelo”, (1887) e “Falstaff” (1893). Toda sua produção une o poder melódico à profundidade psicológica e histórica, a maioria de suas óperas… Continue a ler »Ópera – Terceira parte: Giuseppe Verdi