T. S. Eliot

T. S.  Eliot, 1888-1965 – “Apenas se constrói com solidez sobre o passado”

T. S.  Eliot, 1888-1965 “Apenas se constrói com solidez sobre o passado”  Nosso autor de hoje, Thomas Stearns Eliot – ou simplesmente – T. S. Eliot nasceu em Saint-Louis no meio oeste dos Estados Unidos, e faleceu na Inglaterra, país em que recebeu a Ordem de Mérito (OM), em reconhecimento de serviços prestados na literatura e promoção da cultura. Eliot foi um poeta, dramaturgo e crítico de língua inglesa, considerado um dos representantes mais significativos do modernismo literário do século XX. Ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1948 por sua notória contribuição para a poesia. Primeiramente, Eliot estudou filosofia e literatura em Harvard, depois um ano de estudos na Sorbonne e a seguir uma estada na Universidade de Marburg, em 1914. Ele emigrou para Londres no início da Primeira Guerra Mundial, onde passou a morar, enquanto trabalhava como professor. Entre 1917 e 1925, passou a trabalhar no departamento… Continue a ler »T. S.  Eliot, 1888-1965 – “Apenas se constrói com solidez sobre o passado”

O encantador transcendental

O encantador transcendental   “A poesia não é um modo de libertar a emoção, mas uma fuga da emoção; não é uma expressão da própria personalidade, mas uma fuga da personalidade.” – T. S. Eliot, no ensaio “Tradição e talento individual”.   Falamos de Thomas Stearns Eliot ou, simplesmente, T. S. Eliot, autor de língua inglesa, nasce em Saint Louis, no estado de Missouri, Estados Unidos, em 1888, e morre em 1965, em Londres. Eliot é um poeta, dramaturgo e crítico de língua inglesa, considerado como um dos representantes mais importantes do modernismo literário, a saber, quando os versos são livres e a prosa pode ser poética. Eliot inicialmente estuda filosofia e literatura em Harvard, a seguir perfaz os estudos na Sorbonne e em 1914, frequenta a Universidade de Marburg, na região central da Alemanha. No início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, Eliot passa a morar em Londres, onde… Continue a ler »O encantador transcendental